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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Em dois meses de funcionamento, 140 bebês nasceram na Maternidade Nossa Senhora da Penha

Margareth Lima, observando o filho Diogo, após o nascimento. Foto: Francisco Campos/SES
Margareth Lima, observando o filho Diogo, 
após o nascimento. Foto: Francisco Campos/SES
“A melhor coisa nesse momento da maternidade é ter a tranquilidade de que estamos sendo bem atendidos”, foi o que comentou a mãe do pequeno Diogo da Silva, após 24h do seu nascimento. Margareth Lima da Silva, de 34 anos, teve seu segundo filho na Maternidade Nossa Senhora da Penha, inaugurada no dia 25 de setembro deste ano, no bairro do Anjo da Guarda, que realiza partos normais e cesarianas, consultas de ginecologia e pediatria....
Diogo faz parte das centenas de bebês que nasceram na Maternidade Nossa Senhora da Penha e puderam contar com uma equipe de médicos obstetras e neonatologistas, anestesistas e enfermeiras obstetras, todos capacitados para prestar assistência de qualidade 24 horas por dia, todos os dias da semana.
Após 16 netos, a avó de Diogo, Joselina Lima, acompanhou a filha desde a sua entrada, conforme preconiza a Lei 11.108 do Ministério da Saúde, que assegura a gestante o direito de escolher o acompanhante que permanecerá ao seu lado desde a entrada até a alta hospitalar. “Foi a primeira vez que assisti ao parto. Pensei que não fosse aguentar de tanta emoção. Ficamos muito surpresas com a estrutura que encontramos na maternidade, com uma equipe que fez toda a diferença nesse momento”, garante Joselina.
As gestantes atendidas na unidade têm assegurado atendimento rápido e humanizado, garantido por programas como ‘Rede Cegonha’ e ‘Mamãe Canguru’. Durante esses dois meses de funcionamento apenas casos de trabalho de parto prematuro e mães hipertensas, no total de oito casos, foram transferidas por meio do Sistema de Regulação de Leitos Obstétricos da Secretaria de Estado da Saúde (SES), para maternidades de alto risco, referência no Estado. Todos os partos de risco habitual tiveram plena condição de serem realizados na maternidade, totalizando 140 nascimentos, sendo 84 partos normais e 56 partos cesarianas.
Com 30 leitos, enfermaria e sala de parto, a maternidade atende as gestantes referenciadas das USFs (Unidades de Saúde da Família), beneficiando uma população de cerca de 250 mil habitantes de 58 bairros da área Itaqui-Bacanga. “Nessa semana em que a maternidade vai completar dois meses, percebemos o aumento no fluxo de pacientes, distribuídos de maneira quantitativa, o que representa mais um reforço na estrutura de saúde para atendimento obstétrico de qualidade na rede pública”, considera o diretor-geral, Edson Cunha.
O casal Laís Leite, 20, e Marlyson Neves, 24, também tiveram a Àdila Vitória, na Penha. Marlyson, que trabalha em um hospital particular, disse estar impressionado com o atendimento que sua família recebeu. “Se formos comparar, a maternidade não perde em nada para a estrutura de um local privado. Tanto minha esposa, quanto minha filha, foram muito bem atendidas e nos sentimos privilegiados por ela ter nascido aqui”, disse. Laís Leite vive pela primeira vez a experiência de ser mãe e fez questão de ressaltar: “Eu estava muito ansiosa. Quando cheguei uma equipe de enfermeiras esteve comigo me tranquilizando e tudo aconteceu da melhor maneira possível”, conta.
Para a coordenadora de enfermagem, Waneska Feitosa, a unidade veio mudar realidades. “A maternidade é um benefício muito grande para a comunidade, pois evita que as mães peregrinem para conseguir vaga de atendimento, o que é diferente do que elas estavam acostumadas a fazer. Percebemos a satisfação das gestantes e de seus acompanhantes e temos uma equipe capacitada para garantir que tudo seja feito com responsabilidade”, ressalta a coordenadora.
Laís Leite e Marlyson Neves, com a pequena Àdila nos braços. Foto: Francisco Campos/SES
Laís Leite e Marlyson Neves, com a pequena 
Àdila nos braços. Foto: Francisco Campos/SES

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