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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Vaqueiros vão realizar manifestação contra decisão do STF, em Pedreiras e Trizidela do Vale, sobre a não legalização da vaquejada

Um dos pioneiros da criação da vaquejada em Pedreiras, antes da emancipação do município de Trizidela do Vale,Paulo Maratá, esteve hoje (18), no programa “Tribuna 101”, na rádio Cidade FM de Pedreiras, falando sobre a decisão do STF, que é contra a prática da vaquejada em todo o Brasil, considerando ilegal, com seis votos a favor da inconstitucionalidade e cinco contra. Paulo, disse que se isso realmente acontecer, muita gente vai ficar no prejuízo, citou, por exemplo, vendedores ambulantes, proprietários de lojas de agropecuárias, vaqueiros, proprietários de parques de vaquejada, e muitos outros que vivem em torno desse evento, considerado por ele como um esporte da categoria.
Diante a situação, Paulo Maratá anunciou uma manifestação pacífica que vai acontecer no próximo sábado dia (22), que sairá do Parque Maratá, em Trizidela do Vale, indo até ao bairro do engenho em Pedreiras, retornando pela avenida Rio Branco e finalizando no município vizinho.
Paulo Maratá - Empresário (Foto: Klayrton Sousa)
Paulo Maratá – Empresário (Foto: Klayrton Sousa)
O empresário adiantou aos ouvintes do Tribuna 101, que na próxima terça-feira (25), vaqueiros de todo o Brasil estarão em Brasília, participando de uma manifestação, que pretende mostrar ao Supremo Tribunal Federal o tamanho do prejuízo que será causado, se a decisão continuar. Ressaltou a importância do evento para o Nordeste, quando se trata de uma atividade competitiva, mas de cunho responsável, sem nenhum maltrato ao boi, o artista do espetáculo.
Os cuidados
Paulo Maratá foi mais além, e informou a todos a importância da segurança do animal (boi), chegando a falar sobre o local onde o mesmo cai, que não leva nenhum risco ou maltrato. “São 27 anos de história, implantamos isso, e, agora ter que acabar assim! É motivo de muita preocupação. Tanta coisa no país que se tem pra tomar providência, e de repente vai mexer com algo que já vemos a diferença. Um boi cair três ou quatro vezes numa faixa, não que dizer que a gente está fazendo mal a ele“, concluiu o empresário Paulo Maratá.

sandrovagner.com.br

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