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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Janot parte pede afastamento de Gilmar Mendes de caso da Lava Jato

Foto: Reprodução
O Ministério Público Federal afirma que ‘múltiplas causas que configuram impedimento, suspeição e incompatibilidade do Ministro Gilmar Mendes para atuar em processos envolvendo Jacob Barata Filho’. Essa foi a justificativa do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao pedir a suspeição de Gilmar Mendes na Operação Ponto Final.
A nova queda-de-braço entre os dois aconteceu após Gilmar Mendes conceder dois habeas corpus envolvendo para o empresário Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Fetranspor Lélis Teixeira. Os dois deixaram o presídio de Benfica na semana passada por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.
Rodrigo Janot acredita que Gilmar Mendes não pode julgar os casos por conta de suas relações com os dois. Para Janot, o fato de Gilmar ter sido padrinho de casamento de Beatriz Barata, filha do empresário, cujo noivo é sobrinho de sua esposa, Guiomar Mendes, é um dos argumentos para a suspeição do ministro.
Segundo a Procuradoria-Geral da República, ‘a busca e apreensão realizada na Operação Ponto Final’ também ‘permitiu compreender que, além das ligações sociais e comerciais, Jacob Barata Filho mantém estreita relação de amizade e compadrio com Francisco Feitosa, cunhado do ministro Gilmar Mendes’.
“As conversas de aplicativos que demonstram proximidade (encontro em Fortaleza) são de junho deste ano, dois meses antes de Gilmar Mendes assumir a relatoria”, afirmou.

 Jornal Pequeno

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