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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Maia diz que possível nova denúncia contra Temer deve ser analisada 'de forma rápida'

Rodrigo Maia durante evento em São Paulo nesta segunda (4) (Foto: Reprodução/Globonews) 
O presidente em exercício, Rodrigo Maia, afirmou nesta segunda-feira (4) que a possível nova denúncia contra o presidente Michel Temer pela Procuradoria Geral da República deverá ser analisada de forma “rápida” pelo Legislativo. O presidente da Câmara dos Deputados ocupa a presidência da República durante a viagem de Temer pela China.
"Parece que haverá uma segunda denúncia contra o presidente da República e nós que cumprimos os prazos regulamentares devemos, claro, analisar com todo o respeito e analisar de forma rápida para que a gente possa olhar no horizonte essa agenda de mudanças que o Brasil tanto precisa", afirmou.
Maia participou de um fórum sobre economia promovido pela revista Exame na Zona Sul de São Paulo nesta segunda.
Conforme o G1 apurou, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aguarda somente a homologação da delação do doleiro Lúcio Funaro, pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apresentar uma nova denúncia contra o presidente da República. Temer afirmou em entrevista à TV Bandeirantes não se preocupar com a possível nova denúncia.

Reformas

Rodrigo Maia respondeu questões sobre a reforma da previdência no evento da capital paulista. Ele defendeu o projeto do governo e disse que a votação deve começar em outubro. Maia admitiu que as denúncias contra Temer enfraqueceram o apoio. "Hoje tem menos votos do que alguns dias que tinha 280 votos".
Maia também abordou a reforma política, que está emperrada no Congresso em razão da falta de consenso. Segundo ele, a grande vitória seria aprovar o voto distrital misto para 2022.
Durante o evento em São Paulo, Maia afirmou que as medidas de ajustes da economia precisam ter prosseguimento e que o setor privado "vai ajudar o país a sair da crise". Ele defendeu a desestatização e disse que o setor privado é mais eficiente na geração de empregos. 

G1.com

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