sábado, 11 de novembro de 2017

Presos ao se apresentarem no Comando Geral, PMs responderão por organização criminosa

Os militares fazem parte de uma quadrilha que vinha agindo principalmente em Imperatriz, praticando crimes de homicídio, tráfico de entorpecentes, extorsão, assaltos a instituições financeiras e caixas eletrônicos.

Treze policiais envolvidos numa organização criminosa especializada em assaltos a banco, tráfico de drogas e extermínio na região Tocantina receberam voz de prisão, quinta-feira (09), ao se apresentarem no Comando Geral da Polícia Militar, em São Luís.
Os militares foram identificados durante as investigações que resultaram na operação “Diamante Negro”. Os policiais envolvidos são lotados em Imperatriz e são acusados de envolvimentos em diversos crimes.
A “Diamante Negro” foi resultado de uma investigação que durou seis meses, iniciada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), Polícia Militar, Diretoria de Inteligência e Assuntos Estratégicos (DIAE), e ainda pelo Centro de Inteligência da Secretaria da Segurança.
Os militares fazem parte de uma quadrilha que vinha agindo principalmente em Imperatriz, praticando crimes de homicídio, tráfico de entorpecentes, extorsão, assaltos a instituições financeiras e caixas eletrônicos.
Dos 17 envolvidos detectados nas investigações, 13 militares já foram apresentados no Comando Geral da PM e permanecem detidos e responderão a inquérito policial. Outro policial militar a se apresentar seria do estado do Pará, identificado como Jack Helson Nascimento Assunção. As outras quatro pessoas já foram identificadas, mas estão foragidas, e sendo procurados pela Polícia Civil. Foram identificados como Weverton Oliveira, Mieli Araújo, Raimundo Romulo e Kerbeson Campelo. 


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