segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Será ouvido nesta 2ª mais um envolvido em agressão a servidor; Policial Militar já está preso

Será ouvido na tarde desta segunda-feira (1°) no 6° Distrito Policial, no 4° Conjunto da Cohab Anil, o segundo envolvido na agressão ao servidor público Anderson Pereira da Silva. Nas imagens, o suspeito é o que aparece dando uma rasteira na vítima enquanto ela é agredida pelo soldado Eduardo da Luz Soares. O caso aconteceu em uma loja de conveniência localizada em um posto na Avenida Joaquim Mochel, bairro Cohab Anil 2.
Anderson foi espancado com socos e chutes, além de ter sido atingido a tiros no pé pelo soldado, que já foi desligado do Centro Tático Aéreo (CTA). O nome do segundo suspeito não foi informado. A vítima esteve internada no Hospital Centro Médico desde o dia 24 de setembro, data da agressão, ela teve afundamento de face e ficou com projétil de arma de fogo alojado no pé. A alta médica de Anderson Pereira aconteceu neste sábado (29).
Ao final deste sábado (29), por força de mandado de prisão preventiva que havia sido pedido ainda na sexta-feira, Eduardo da Luz Soares se apresentou no Comando Geral de Polícia Militar do Maranhão, no bairro Calhau, onde deve permanecer encarcerado. A prisão foi cumprida pelo titular da Seccional Norte, delegado Carlos Damasceno.
“Quando ele tomou conhecimento de que tinha um mandado de prisão, ele resolveu se apresentar”, informou o delegado Damasceno.
Eduardo da Luz já havia se apresentado na sexta-feira (28), mas foi liberado em seguida. A partir da data da prisão, a Polícia Civil tem um prazo de dez dias para concluir o inquérito. A Seccional Norte assumiu o caso por determinação da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), o 6° Distrito Policial continua colaborando nas investigações sobre o caso.
Na manhã de sexta-feira o diretor do Centro Tático Aéreo (CTA), coronel Ismael Fonseca, informou que a atitude do soldado Da Luz “em nada coaduna com os princípios profissionais, éticos e humanos que norteiam as atividades dos integrantes do CTA-MA, bem como do Sistema de Segurança Pública do nosso Estado”. Ressaltou que “a postura adotada e os atos praticados pelo servidor em questão são inadmissíveis e injustificáveis”.
Já a Federação de Jiu-Jitsu do Maranhão (FJJMA) disse que “a punição do atleta vai ser a exclusão do quadro da Federação, não podendo participar de nenhum tipo de evento que a Federação de Jiu-Jitsu realizar, tais como: campeonato, seminários, reunião, etc”. Falou também que repudia qualquer tipo de violência e que o soldado não representa a comunidade do Jiu-Jitsu. “Nós visamos a disciplina, o respeito ao próximo e inclusões sociais através do esporte”.


MA.10

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