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A Serasa informou na segunda-feira (9) que 10 milhões de consumidores poderão quitar dívidas por apenas R$ 50. A ação faz parte do 26º Feirão Limpa Nome, que permite renegociar dívidas atrasadas com até 99% de desconto. O feirão começou na semana passada
Participam da iniciativa mais de 50 empresas de diversos segmentos, como lojas de departamento, companhias telefônicas, bancos e faculdades. A estimativa é que as ações podem dar a possibilidade para 64 milhões de consumidores regularizarem sua situação. O feirão vai até o dia 30 deste mês.

Para participar, o consumidor pode acessar um dos canais digitais da Serasa: site do Serasa Limpa Nome, WhatsApp (11 99575-2096) e aplicativo.
Nesta edição, a negociação poderá ser feita em mais de 7 mil agências dos Correios em todo o país. A ação permitirá ainda que, após a quitação da dívida, o consumidor tenha sua pontuação aumentada e assim obtenha melhores condições de crédito nas próximas compras.
Segundo a Serasa, o Brasil tem atualmente 62,7 milhões de pessoas com dívidas em atraso, das quais 15 milhões no estado de São Paulo. Apenas na capital paulista, há 4,2 milhões de pessoas inadimplentes.
*Com informações da Agência Brasil
Na noite do último sábado (7), duas idosas morreram e dezenas de pessoas ficaram feridas após um acidente com uma caminhonete, estilo paredão. As vítimas participavam de um evento político em Tuntum, cidade a 371 km de São Luís.
De acordo com informações, o evento acontecia na rua São João quando o condutor da caminhonete perdeu o controle da direção do veículo e atropelou várias pessoas, duas idosas morreram. Elas foram identificadas como Iracema Borges Almeida, de 79 anos, e Margarida Soares Pessoa da Silva, de 73 anos, que ainda chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital.
De acordo com o delegado Otávio Chaves, da Delegacia Regional de Presidente Dutra, em mensagem a um portal de notícias, o condutor do veículo ainda foi identificado, mas o veículo já foi apreendido. Otávio ainda afirmou que a polícia já tem alguns indícios de quem seja o motorista da caminhonete.
Imparcial.com
A construção de uma rede de organizações sociais de prateleira é a forma encontrada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para ganhar contratos públicos e se infiltrar em administrações municipais de pelo menos três Estados. Empresas de prateleira são CNPJs formalmente constituídos, mas que não têm atividade. Em São Paulo, há indícios de que a facção atuava em busca de contratos em nove cidades.
Investigações da Polícia Federal (PF) e da Polícia Civil paulista mostram a ação do grupo em São Paulo, Paraná e Minas. Os contratos públicos teriam, segundo os investigadores, uma dupla finalidade: a construção de empresas respeitáveis para a lavagem de dinheiro do tráfico e o desvio de recursos públicos para a organização criminosa.
A rede de OSs mantida por grandes traficantes de drogas ligados ao PCC começou a ser desbaratada durante as investigações que levaram ao esquema que controlava a coleta de lixo e a saúde pública de Arujá, na Grande São Paulo. O centro do esquema teria sido criado, segundo a investigação, por Edson Rodrigues Peres, o Alemão, candidato a vereador em 2016 pelo PSDB em Barueri…
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