Saúde distribuirá mais 6,4 milhões de doses de vacinas contra covid-19

Os imunizantes serão enviados aos 26 estados e Distrito Federal

O Ministério da Saúde começa a distribuir, amanhã (18), um novo lote de vacinas contra a covid-19. Os 26 estados e o Distrito Federal devem receber pouco mais de 6,4 milhões de doses de imunizantes, sendo 4,7 milhões da AstraZeneca/Oxford, produzidas pela Fiocruz; 1,08 milhão da CoronaVac, do Instituto Butantan, e 647 mil doses do imunizante da Pfizer/BioNTech.

Segundo o ministério, o lote de CoronaVac será enviado a 12 estados que pediram o produto do Instituto Butantan a fim de aplicar a segunda dose da vacina em pessoas que já receberam a primeira dose e precisam concluir o ciclo vacinal.

A BioNTech, da Pfizer, será destinada para aplicação da primeira dose em quem tem uma deficiência permanente e pessoas com comorbidades – incluindo gestantes e puérperas (mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias) comórbidas, que também podem receber a CoronaVac.

Segundo recomendações dos fabricantes, a segunda dose da CoronaVac deve ser aplicada em um espaço de quatro semanas após a pessoa ter recebido a primeira dose. A AstraZeneca/Oxford e a BioNTech, em 12 semanas. O Ministério da Saúde orienta a população a tomar a segunda dose da vacina mesmo após estes prazos.

Segundo a pasta, mais de 89,4 milhões de doses de imunizantes já foram distribuídas para todo o país, e mais de 52,7 milhões delas já tinham sido aplicadas até ontem (16).

 

 

Agência Brasil

Covid-19: governo compra 100 milhões de doses da vacina da Pfizer

Lote se soma aos 100 milhões de doses adquiridos anteriormente

REUTERS/Dado Ruvic/Foto ilustrativa

O Ministério da Saúde anunciou hoje (14) que fechou o contrato para a aquisição de mais 100 milhões de doses da vacina da farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa BioNTech. Este novo lote se soma aos 100 milhões de doses que já haviam sido adquiridos pela pasta anteriormente.

Com isso, pelo contrato, as empresas responsáveis pelo imunizante deverão disponibilizar 200 milhões de doses até o fim deste ano. As 100 milhões de doses do contrato anunciado hoje deverão ser entregues entre setembro e novembro deste ano.

O primeiro lote de 100 milhões de doses já começou a ser entregue no mês de abril, em uma remessa de 1 milhão de doses. Conforme o cronograma, está prevista a entrega de outros 2,5 milhões em maio e 12 milhões em junho.

Para o mês de maio, segundo o painel de vacinação contra a covid-19, estão previstos ainda 20,5 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca produzida pela Fiocruz, 3,9 milhões da Oxford/AstraZeneca obtida pelo consórcio Covax Facility, cinco milhões da Coronavac e mais 842 mil da Pfizer pelo Covax Facility, totalizando 32,9 milhões de doses.

Agência Brasil – Brasília

Wikipédia: aos 20 anos, plataforma promove parcerias e está mais confiável

Versão em português tem mais de 1 milhão de artigos, quase 11 mil editores e se consolida como fonte de informação.

Ao contrário das robustas enciclopédias de papel, que adornavam estantes das salas e eram fontes confiáveis estanques de informação, a Wikipédia é um espelho da própria realidade, em constante movimento e reinvenção. O verbete em português mais consultado em março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia de Covid-19, foi “Gripe Espanhola” — com 1,2 milhão de consultas apenas naquele mês, foi também o assunto mais visitado em todo o ano passado, indicando que as pessoas buscavam conhecer sobre uma pandemia antiga para compreender a atual.

Já em outubro de 2018, quando foi eleito o atual presidente do Brasil, o verbete Jair Bolsonaro foi o recordista, com incríveis 2,6 milhões de acessos somente naquele mês, sendo que em setembro a marca já havia sido de 1,6 milhão.

Esse dinamismo torna a enciclopédia digital extremamente útil. No mundo, os mais de 45 milhões de artigos em 300 línguas são acessados 15 bilhões de vezes por mês. Mas, dado o caráter colaborativo de sua construção e a pandemia de fake news em que o mundo está mergulhado  – o Brasil no epicentro, é preciso um batalhão de voluntários, editores e administradores que garantam filtros de revisão do conteúdo para torná-lo cada vez mais confiável.

 

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Anvisa orienta suspensão de vacina da AstraZeneca para grávidas

Recomendação saiu em nota emitida pela agência

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata do uso da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para mulheres gestantes. A orientação está em Nota Técnica emitida pela agência.

A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). A decisão é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra a covid-19 em uso no país.

“O uso off label de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, ressaltou a Anvisa.

A vacina vinha sendo usada em gestantes com comorbidades. Agora, só podem ser aplicadas nas grávidas a Coronavac e a Pfizer.

São Paulo

Devido a essa orientação da Anvisa, a prefeitura de São Paulo suspendeu preventivamente a aplicação de vacinas contra covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para gestantes. A suspensão será mantida até que ocorra uma nova orientação por meio do Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde.

A vacinação contra a covid-19 permanece em andamento e ganhou novos públicos elegíveis nesta terça-feira (11): metroviários, ferroviários, mães de recém-nascidos com comorbidades e pessoas com deficiência permanente inscritos no Benefício de Prestação Continuada (entre 55 e 59 anos).

*Texto atualizado com os dois últimos parágrafos, que tinham sido publicados originalmente como uma matéria. Os textos foram incorporados em uma única matéria por tratarem do mesmo assunto.

 

Agência Brasil

Doenças associadas à síndrome pós-Covid-19 vão ampliar busca por saúde pública

Sintomas persistentes em doentes de Covid-19 criam a necessidade de atendimentos e reabilitação, segundo especialistas.

As várias sequelas neurológicas, cardíacas, pulmonares, renais e metabólicas observadas em pessoas diagnosticadas com Covid-19, o que cientistas estão chamando de Covid longa ou síndrome pós-Covid, devem se tornar um desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo.

Isso porque a síndrome caracterizada por um conjunto de sinais e sintomas que podem persistir por mais de três meses após o diagnóstico da Covid-19 leva à necessidade de tratamentos e reabilitação – temporários ou vitalícios.

Uma pesquisa publicada na revista Nature em abril indica que a Covid longa deverá ter um grande impacto no sistema de saúde dos Estados Unidos (EUA) nos próximos anos. O levantamento realizado pela Universidade de Washington, nos EUA, com 87 mil pessoas infectadas pelo novo coronavírus, confirmou que, apesar de ser inicialmente um vírus respiratório, as sequelas do Sars-CoV-2 podem afetar quase todos os sistemas orgânicos do corpo.

 

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