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Jovem morre em hospital após desabamento de ponte em Bacabal

Um jovem identificado como Paulo Henrique, 21 anos, foi vítima da tragédia em Bacabal após queda de ponte metálica no Rio Mearim, neste domingo, que liga o bairro Trizidela ao Centro da cidade. Ele foi atendido com ferimentos graves e fratura na costela, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Além disso, mais duas pessoas tiveram ferimentos leves. Segundo o Corpo de Bombeiros, estava agendada para hoje (05) uma inspeção técnica com a presença de engenheiros para liberação de laudo para proibir a movimentação na ponte.

De acordo com a equipe do Corpo de Bombeiros, por meio do tenente Silva Filho, que atendeu a ocorrência, não existe a informação de desaparecidos no acidente. Mas a ponte já tinha passado, recentemente, por avaliação técnica e oferecia risco de queda.

Agora, o local está isolado e com risco de desabamento da outra parte da ponte. A estrutura metálica ficou no fundo do rio e oferece perigo a banhistas e embarcações, além do risco com o aumento do nível do rio e as fortes correntezas.

“Essa ponte caiu devido o processo de corrosão, por se tratar de estrutura metálica. Ela precisava passar por manutenção periódica e não acontecia. A previsão é que nas próximas semanas o rio tenha uma baixa no volume e possa ser removida a estrutura do fundo do rio. Deixamos um alerta para que as pessoas evitem banhar no local”, destacou o tenente.

 

 

MA10

Queda da Ponte Metálica em Bacabal deixa feridos

A Ponte Metálica, localizada no bairro Trizidela em Bacabal, caiu na tarde deste domingo (04) e diversas pessoas ficaram feridas. O Corpo de Bombeiros e SAMU já se encontram no local, mas ainda não há confirmação de quantas pessoas ficaram feridas.

Segundo informações de testemunhas, no momento do acidente diversas pessoas estavam na ponte, que cruzava o Rio Mearim.

MA10

Governo faz semana de leilões com expectativa de retorno de R$ 10 bi

O governo federal realiza entre os dias 7 e 9 deste mês uma série de leilões de aeroportos, portos e ferrovia. Chamada de “Infra Week”, a expectativa é arrecadar R$ 10 bilhões em investimentos privados com as concessões. Estão na lista 22 aeroportos, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e cinco terminais portuários.
O Ministério da Infraestrutura prevê a geração de mais de 200 mil empregos, de forma direta, indireta e efeito-renda, ao longo dos contratos de arrendamento e concessões.

“No dia 7 de abril teremos o leilão de 22 aeroportos. É a mesma quantidade de todas as rodadas anteriores que já fizemos. De uma só vez. No dia 8 de abril a gente faz a Ferrovia de Integração Oeste-Leste. No dia 9, fazemos cinco terminais portuários”, explicou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.….

 

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Por que o Brasil ainda flerta com a ideia de uma intervenção militar?

Quase 60 anos depois da ação que historiadores classificam como um golpe, país ainda não conseguiu virar a página da ditadura como possibilidade de salvação.

Na segunda-feira (29), o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo Silva, deixou o cargo que ocupava desde o início de 2019. Foi substituído pelo general Walter Braga Netto. No dia seguinte, o novo titular da pasta soltou seu primeiro comunicado oficial: um texto sobre o 31 de março, data que marca 57 anos do evento que a história chama de golpe militar.

Braga Netto diz, em sua nota, que naquele dia “as Forças Armadas acabaram assumindo a responsabilidade de pacificar o País” e que a Lei de Anistia, de 1979, “consolidou um amplo pacto de pacificação a partir das convergências próprias da democracia”. No fim, o ministro da Defesa diz que “a Marinha, o Exército e a Força Aérea acompanham as mudanças, conscientes de sua missão constitucional de defender a Pátria e garantir os Poderes constitucionais”.

O ministério anunciou também a troca dos comandantes das Forças Armadas: Exército, Marinha e Aeronáutica. Azevedo e Silva falou sobre o papel das Forças Armadas como instituições de Estado; e o general Edson Pujol, comandante do Exército, pregou respeito à Constituição de 1988.

Para historiadores ouvidos pela CNN, as falas são marcantes e mostram que, quase três décadas após a redemocratização, a vida política brasileira ainda não superou o período da ditadura e o flerte com a ideia de uma intervenção militar.

“As declarações são eloquentes e apontam uma posição do alto escalão contra a ideia de um golpe. Mas é significativo que a democracia brasileira ainda precise discutir essa possibilidade”, diz a historiadora e cientista política Heloisa M. Starling, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A defesa de uma nova intervenção militar ou a relativização das ações do regime que durou até 1985 têm sido frequentes em manifestações de rua e em declarações do presidente Jair Bolsonaro. Mas não só. Em junho de 2020, pesquisa do Datafolha mostrou que 22% dos entrevistados defendiam a volta da ditadura ou não se importavam com o fim da democracia. Segundo o instituto, foi o número mais alto desde que a pergunta começou a ser feita, em 1989….

 

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Banco Central libera oficialmente transferências bancárias pelo WhatsApp

Uso para pagamentos segue em análise

Horas depois de o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciar que o órgão liberaria transações pelo WhatsApp, o BC autorizou oficialmente as transferências bancárias pelo aplicativo. A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (30) pela autoridade monetária.

A empresa Facebook Pagamentos do Brasil, dona do WhatsApp, foi aprovada como “iniciador de transações”. As operadoras Visa e Mastercard receberam autorizações de dois arranjos de pagamentos: transferência/depósito e operações pré-pagas, em que o cliente abastece uma carteira virtual com dinheiro para gastar mais tarde.

As operações só poderão ser feitas dentro do Brasil. Transações com o exterior estão vetadas. Os pagamentos de compras por meio da plataforma Facebook Pay, que haviam sido pedidos pelas operadoras, continuam sob análise e não foram incluídos na autorização.

Em nota, o Banco Central informou que as autorizações “poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos”. As transferências e as contas pré-pagas estarão disponíveis assim que o WhatsApp liberar a modalidade. Caberá ao próprio aplicativo definir as tarifas de transação.

Em junho do ano passado, o BC suspendeu o teste que o Facebook tinha começado a fazer no Brasil. Em parceria com as operadoras Visa e Mastercard, pessoas físicas e empresas poderiam usar a função pagamento dentro do aplicativo para transferirem dinheiro e fazerem pagamentos no país e em reais. O BC, na época, interrompeu o serviço para verificar os riscos da nova tecnologia.

 

Agência Brasil