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Butantan enviará 5,3 milhões de doses da Coronavac para ministério nesta semana

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que o Instituto Butantan irá enviar ao Ministério da Saúde o total de 5,3 milhões de doses da vacina da Coronavac durante esta semana. Em publicação no Twitter, Doria afirmou que o Butantan fará nesta segunda-feira, 15, a maior entrega de vacinas feita em apenas um dia, o equivalente a 3,3 milhões de doses da vacina para o Ministério da Saúde. Já na quarta-feira, 17, serão entregues mais 2 milhões de doses.

Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, com as novas entregas desta segunda-feira, serão mais de 20 milhões de vacinas da Coronavac.

Na mensagem, Doria aproveitou para cobrar o Ministério da Saúde sobre a necessidade de compra de mais imunizantes para o Brasil. “Somente com vacinas a vida em SP e no Brasil poderá voltar ao normal”, afirmou o governador.

 

MA10

Congresso promulga emenda para pagamento de auxílio emergencial

Previsão do governo é oferecer mais quatro parcelas este ano

Em sessão solene remota do Congresso Nacional nesta segunda-feira (15), deputados e senadores promulgaram a Emenda Constitucional 109/2021. O texto é resultado da aprovação da proposta de emenda à Constituição Emergencial, a PEC Emergencial. Aprovada no Senado no dia 4 de março e confirmada pela Câmara na madrugada da última sexta-feira (12), a norma abre caminho para que o governo federal pague, em 2021, um novo auxílio emergencial aos mais afetados pela pandemia de covid-19.

A expectativa do governo é oferecer mais quatro parcelas do auxílio, que deve ter valores entre R$ 150 e R$ 375, a depender da composição familiar. A definição sobre valores e quantidade de parcelas será definida por meio de medida provisória, a ser editada pelo governo nos próximos dias. A primeira fase de pagamentos do auxílio chegou a R$ 292 bilhões para cerca de 68 milhões de pessoas, em duas rodadas: na primeira, foram pagas parcelas de R$ 600 por cinco meses; na segunda, chamada de “auxílio residual”, foram parcelas de R$ 300 durante quatro meses e com um público-alvo menor. Desta vez serão destinados R$ 44 bilhões por fora do teto de gastos….

 

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Maioria do STF vota por proibir tese de “legítima defesa da honra”

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por proibir advogados de usarem a tese de “legítima defesa da honra” em casos de feminicídio julgados pelo Tribunal do Júri. 

Os votos confirmam a liminar (decisão provisória) do ministro Dias Tololli, na qual ele afirma ser inconstitucional que advogados usem como argumento a defesa da honra. Para o ministro, esse tipo de recurso argumentativo é “odioso, desumano e cruel”, pois visa “imputar às vítimas a causa de suas próprias mortes ou lesões”.

O julgamento é realizado no plenário virtual, ambiente digital em que há um prazo para que os votos sejam publicados na página da Corte. Neste caso, o encerramento da votação está marcado para amanhã (12), às 23h59.

Até o momento, acompanharam Toffoli os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Marco Aurélio Mello, o que configura ter alcançado maioria entre os 11 ministros do Supremo….

 

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Mais 965 casos e 35 óbitos por Covid-19 são registrados no Maranhão

O estado já totaliza 225.334 casos e 5.379 óbitos pelo novo coronavírus.

O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta quarta-feira (10), mostrou que o Maranhão já totaliza 225.334 casos confirmados e 5.379 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h foram registrados 965 novos casos e 35 mortes pela doença.

De acordo com o boletim, o interior do estado está com 730, São Luís registrou 124 e Imperatriz 111 novos casos.

Dos mais de 225 mil casos, 11.398 estão ativos. Desses, 10.062 estão em isolamento social, 851 internados em enfermaria e 485 em leitos de UTI.

O estado já registra 208.557 pessoas recuperadas da doença. Mais de 551 mil testes foram realizados, 424.527 casos foram descartados e hoje (10), o número de casos suspeitos é 1.649.

Segundo informações da SES, o estado tem 405 leitos de UTI e 909 leitos clínicos. Desse total, 360 dos leitos de UTI estão ocupados e 715 dos clínicos também.

Também de acordo com o boletim, os 35 novos óbitos notificados, aconteceram nas seguintes cidades: Santa Inês (1), Buriticupu (1), Pirapemas (1), Paço do Lumiar (1), Magalhães de Almeida (1), Buritirana (1), Pio XII (1), Poção de Pedras (1), Campestre do Maranhão (1), Mirinzal (1), Brejo de Areia (1), Governador Edson Lobão (2), Imperatriz (2), Porto Franco (4), Açailândia (4), Bacabal (5) e São Luís (7).

Dos novos óbitos registrados no estado, dez deles aconteceram nas últimas 24h. Todas as outras são de dias e/ou semanas anteriores e aguardavam o resultado do exame laboratorial para Covid-19.

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Imparcial.com

Há um ano, Organização Mundial da Saúde declarava pandemia

O vírus já se tinha espalhado, em Portugal já existiam casos, mas só em março de 2020 é que a Organização Mundial da Saúde  (OMS) declarou a pandemia, praticamente três meses depois de ter sido anunciado o primeiro caso em Wuhan, na China. Tinham morrido pouco mais de 4 mil pessoas. Um ano depois, a covid-19 já tirou a vida de mais de 2,6 milhões.

Em uma quarta-feira, 11 de março de 2020, quando o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, declarou que o que até então era considerada uma epidemia, tinha a força de pandemia. Ao justificar a declaração, ele afirmou que os casos fora da China tinham se  “multiplicado por 13”.

Tedros Adhanoms disse, à época, que cabia a cada um dos países mudar o curso dessa pandemia se detectarem (casos), testarem, tratarem, isolarem, rastrearem e mobilizarem as pessoas na resposta. “Estamos nisto juntos e precisamos fazer com calma aquilo que é necessário”. Ele também já alertava para a necessidade de uma resposta mais agressiva.

O representante da OMS para situações de emergência, Mike Ryan, destacava que a utilização da palavra “pandemia” era meramente descritiva da situação e não alterava, “em nada, aquilo” que já estava sendo feito, “nem aquilo que os países deveriam fazer”.

A OMS alertava para os níveis alarmantes de propagação e gravidade do vírus e também para os “níveis alarmantes de falta de ação”.

Dois países em particular preocupavam a OMS naquele momento: o Irã e a Itália. O número de mortes crescia de forma assustadora. Mike Ryan avisava que outros países estariam muito em breve nessa situação, o que se confirmou.

O novo coronavírus, que começou na China, se alastrou pelo mundo inteiro. Matou pessoas, superlotou hospitais, quebrou muitas vezes a solidariedade e a economia. Paralisou a indústria, impediu aviões de levantar voo, fechou escolas e adiou ou cancelou eventos desportivos e espetáculos. Mudou toda a vida.

Os últimos dados, neste 11 de março de 2021, precisamente um ano depois da declaração de pandemia pela OMS indicam quase 120 milhões de pessoas infectadas pelo vírus e mais de 2,6 milhões de mortes.

 

 

Agência Brasil