Agenda deste domingo dos candidatos a prefeito de Barra do Corda



A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocou em consulta pública a abertura de novos 360 canais de rádio em frequência modulada, conhecida popularmente como FM. O objetivo é abrir espaço para que emissoras que hoje transmitem em ondas moduladas (AM) migrem para a nova faixa.

Serão atendidas 17,4% emissoras AM. Já, quando considerado o total de estações FM, a ampliação será de cerca de 5%. De acordo com a Anatel, com essa medida, a demanda por novos canais será regularizada, concluindo o processo de transição.
A transferência entre as faixas foi uma política elaborada a partir da demanda das emissoras. A Anatel recebeu 1.659 solicitações e, até agora, 1.256 foram atendidas. Com a consulta pública, os 365 pedidos restantes serão resolvidos.
A migração desses canais era impossível, pois a quantidade de estações já havia chegado ao limite do que o espectro de radiofrequências comporta nas cidades. Contudo, uma nova norma permitiu o uso de uma faixa maior do FM, quem em vez de começar no 88, terá início no 76.
Segundo o superintendente de Outorgas e Recursos à Prestação da Anatel, Vinícius Caram, há emissoras que reclamaram da inserção na faixa do FM estendido. “Todos querem ficar na faixa convencional, de 88 a 108. É natural ter receio de não estar na faixa convencional, mas temos portaria do Ministério da Economia incentivando equipamentos de FM a terem o dial do 76 a 108”, afirmou.
No site da Anatel, é possível acessar a consulta.
No texto da sondagem, estão discriminados os canais por cidade, com informações sobre cada um deles.
As contribuições podem ser submetidas à agência reguladora até o dia 9 de novembro.
Com informações da Agência Brasil

O Ministério da Saúde Brasil confirmou mais 407 mortes decorrentes de complicações causadas pelo novo coronavírus. O país soma 159.884 óbitos causados pela covid-19 desde que o primeiro caso da doença foi registrado no país, no fim de fevereiro deste ano.

Os números constam do balanço diário feito pelo Ministério da Saúde e foram divulgados no início da noite deste sábado (31). O boletim leva em consideração as informações repassadas pelas secretarias de Saúde dos estados a cada período de 24 horas.
Segundo a pasta, 18.947 diagnósticos positivos foram contabilizados no último período, elevando para 5.535.605 o total de casos confirmados da doença em todo o país.
Entre os casos confirmados, 4.972.898 pacientes já se recuperaram da doença e 402.823 continuam sendo acompanhados.
Um dos infectados é o ministro da Saude, Eduardo Pazuello. Diagnosticado com a doença no último dia 21, Pazuello foi internado ontem (30) em um hospital particular de Brasília. Exames clínicos indicaram que o ministro chegou desidratado ao estabelecimento de saúde.
Em nota, os médicos que o atenderam, Ludhmila Hajar e Pedro Loretti, afirmam que o ministro permanece internado apenas para receber soro, não tendo precisado de suplementação de oxigênio. Segundo os médicos, Pazuello está em bom estado de saúde, mas deve permanecer internado até este domingo (1º), quando será submetido a novos exames.
Nas últimas 24 horas, o Rio Grande do Sul confirmou mais 68 mortes e 4.174 casos. Em termos absolutos, no entanto, a unidade da Federação com mais mortes desde a chegada da doença ao país é São Paulo. em um dia, o estado registrou 56 óbitos. Com isso, o total de mortes pela covid-19 no estado chegou a 39.311, para um total de 1.116.127 casos confirmados da doença.
Em seguida vêm o Rio de Janeiro, com mais 35 novas e um acumulado de 20.600 óbitos para 309.977 casos; o Ceará (respectivamente 16; 9.353 e 274.185); Minas Gerais (53; 9.015 e 358.971); Pernambuco (18; 8.627 e 162.893).
As unidades federativas com menos óbitos são Roraima (692), Acre (693); Amapá (748), Tocantins (1.097) e Rondônia (1.457).

O boletim InfoGripe, divulgado semanalmente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que dez capitais brasileiras apresentam sinal de crescimento moderado, probabilidade maior que 75%, ou forte, probabilidade maior que 95% na tendência de longo prazo (seis semanas) de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e de covid-19. 

Os casos notificados e óbitos no país apresentam ocorrência muito alta, segundo o boletim. O coordenador do InfoGripe, pesquisador Marcelo Gomes, observou que 20 das 27 capitais apresentam sinal de estabilidade ou crescimento na tendência de longo prazo….
A Polícia Federal deflagrou na sexta-feira (30) mais uma fase da operação que investiga a suspeita de fraudes na compra de máscaras descartáveis, em São Luís. A ação “Oficina Desmascarada” é mais uma fase da operação “Cobiça Fatal”.
“Também deflagramos uma outra associada a essa, a partir de um compartilhamento de provas obtidas na primeira fase, que identificou fraudes, irregularidades e superfaturamento em outro processo de compra de máscaras vencido por outras empresas. Que relacionam outros servidores públicos, investigados nem na primeira, nem na segunda fase da operação Cobiça Fatal”, disse o chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção da Polícia Federal no Maranhão, Júlio Sombra.
Servidores da Secretaria de Saúde e empresas envolvidas são investigados. De acordo com a Polícia Federal, esta fase da operação investigou processo de licitação feito em maio desde ano para a compra de 240 mil máscaras. Duas empresas maranhenses venceram a licitação, uma oficina mecânica em São Luís e outra do ramo de produtos de higiene e expediente, na cidade de Matinha.
Foram apreendidos documentos, celulares e dois carros de luxo. Duas pessoas foram presas, uma em cumprimento a mandado de prisão temporária e outra em flagrante. O material apreendido e as prisões são relacionados a empresas envolvidas na fraude; nenhum servidor está preso.
De acordo com a PF, pelo menos 12 pessoas foram ouvidas, entre servidores e representantes das empresas investigadas. Além disso, foram 17 mandados de busca e apreensão, 7 de medidas cautelares diversas de prisão, como afastamento da função pública. As ordens judiciais foram determinadas pela 1º Vara Federal de São Luís.
O jornalismo da TV Difusora solicitou nota à prefeitura de São Luís sobre o caso, mas até o fechamento desta matéria nenhum posicionamento foi divulgado.
MA10
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