Multidão marca presença no segundo dia de São João em Barra do Corda 

Uma multidão marcou presença na abertura e, principalmente, no segundo dia do São João do povo no espaço cultural em Barra do Corda.

A grande abertura que ocorreu na noite de 18 de junho contou com a presença do prefeito Rigo Teles, primeira-dama Abigail, deputado federal Hildo Rocha, secretário de cultura Leocádio Cunha, vice-prefeito Marcos,  vereadores, secretários e várias outras autoridades.

Na primeira noite animaram o público os artistas Muleke Play, Ruan Douglas e Luizinho de Irauçuba.

Na segunda noite uma multidão ainda maior se fez presente no espaço cultural para prestigiar o festejo junino. O ambiente conta com dezenas de barracas, todas caracterizadas. Arquibancadas foram montadas.

Os cantores, Nanda Sousa e Junior Pontes, Sirqueira e a banda forrozão Tropikalya. O festejo segue até o dia 29 de junho e contará com apresentações de quadrilhas juninas, grupos culturais e bandas nacionais.

 

 

Com Informações Decom Município

PF tem mais 5 suspeitos de participação na morte Dom e Bruno Pereira

Dos oito envolvidos nas mortes, três estão presos

A Polícia Federal divulgou neste domingo (19) que identificou oito pessoas envolvidas na morte do  indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, sendo que três estão presos e cinco foram identificados por terem participado da ocultação dos cadáveres. Os presos são Amarildo da Costa Pereira, conhecido como Pelado, , Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos. Até o momento, apenas Amarildo confessou o crime.

Segundo a PF, as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias, os motivos e os envolvidos no caso.

Nesse sábado, a polícia divulgou que concluiu a análise da causa da morte de Bruno Pereira e de Dom Phillips. Bruno Pereira foi morto com dois tiros na região abdominal e torácica e um na cabeça. Dom Phillips levou um tiro no abdômen/tórax. A munição usada no assassinato foi típica de caça.

A munição de caça utilizada no crime dispara projéteis múltiplos, chamados de balins. Assim, um único tiro pode causar uma série de perfurações provocadas por pequenas esferas de chumbo. Nos últimos dias, a PF confirmou a identidade de Phillips e Pereira nos restos mortais enviados a Brasília para a perícia.

Os corpos foram encontrados após a confissão do pescador Amarildo da Costa Pereira.

Dom Phillips, que era colaborador do jornal britânico The Guardian, e Bruno Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram vistos pela última no dia 5 de junho, na região da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares. Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte, no Amazonas, quando sumiram sem deixar vestígios.

 

Por Agência Brasil – Brasília

Universidade brasileira detecta mais duas variantes Ômicron da Covid

Para especialista, as novas variantes indicam ser mais transmissíveis.

O Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) detectou dois novos tipos de variantes Ômicron da covid-19 coletadas, em maio, de pessoas em Natal. A pesquisa foi feita com participação do Laboratório Getúlio Sales Diagnóstico e o Instituto Butantan.

O estudo sequenciou e analisou amostras coletadas pelas unidades de saúde da prefeitura de Natal e pelo IMT, detectando a circulação das variantes Ômicron (BA.5-like) e Ômicron (BA.4-like).

De acordo com a diretora do IMT, Selma Jerônimo, as novas variantes indicam ser mais transmissíveis, em razão do aumento no número de pessoas infectadas com covid-19 nas últimas semanas.

A diretora ressaltou a importância da vacina contra a covid-19, para evitar a forma grave da doença, bem como orientou sobre o uso de máscaras em locais fechados, além das demais medidas de biossegurança, como a higiene frequente das mãos.

 

Agência Brasil

Suspeito de comandar grupo de extermínio responsável por 16 homicídios no MA é preso

Homem pretendia fugir para o estado de Sergipe e já tem uma condenação por homicídio no Ceará.

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, na última quarta-feira (15), um homem suspeito de liderar um grupo de extermínio na Região Tocantina do estado. Segundo a Polícia Civil, o homem é o responsável pela morte de 16 pessoas no Maranhão.

O suspeito foi abordado enquanto era transportado em um caminhão na BR-223, em Santa Luzia do Paruá, município localizado a 370 km de São Luís. De acordo com a polícia, ele portava documentos de identificação falsos, que usou para comprar vários bens, inclusive armas de fogo.

Para a Polícia Civil, o preso pretendia fugir para o estado de Sergipe. Com ele, foi apreendida uma pistola e munições. O suspeito já foi condenado por homicídio pela Justiça do Ceará.

O homem foi encaminhado para o Sistema Penitenciário do Maranhão, onde vai permanecer à disposição da justiça.

Avião da PF chega a Brasília com restos mortais de desaparecidos

Material será enviado para perícia

O  avião da Polícia Federal (PF) que transportou os remanescentes humanos encontrados durante as buscas pelo indigenista Bruno Araújo Pereira e o jornalista inglês Dom Phillips pousou, por volta das 18h30, no Aeroporto de Brasília. O material está sendo levado para o Instituto Nacional de Criminalística , onde será periciado para confirmação da identidade. 

Ontem (15), a PF confirmou que foram encontrados restos mortais durante as buscas que foram realizadas com a presença do pescador Amarildo da Costa de Oliveira, conhecido como “Pelado”. Ele confessou a participação no desaparecimento e indicou o local onde os corpos foram enterrados.

Diante da confissão, a PF foi até o local, onde foi realizada a reconstituição da cena do crime. Durante as escavações, as equipes encontraram remanescentes humanos em uma área de mata fechada.

As investigações continuam para apuração da suposta participação de mais pessoas no desaparecimento e para encontrar o barco utilizado pelos suspeitos para executar os crime.

O indigenista Bruno Araújo Pereira e o jornalista inglês Dom Phillips, correspondente do jornal The Guardian no Brasil estavam desaparecidos desde 5 de junho, na região do Vale do Javari, no oeste do Amazonas.

De acordo com a coordenação da União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Bruno Pereira e Dom Phillips chegaram na sexta-feira (3) no Lago do Jaburu, nas proximidades do rio Ituí, para que o jornalista visitasse o local e fizesse entrevistas com indígenas.

Segundo a Unijava, no domingo (5), os dois deveriam retornar para a cidade de Atalaia do Norte, após parada na comunidade São Rafael, para que o indigenista fizesse uma reunião com uma pessoa da comunidade apelidado de Churrasco. No mesmo dia, uma equipe de busca da Unijava saiu de Atalaia do Norte em busca de Bruno e Dom, mas não os encontrou e eles foram dados como desaparecidos.

Pesar

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luiz Fux, demonstrou pesar diante da confirmação do assassinato do indigenista e do jornalista. Fux informou que o caso será acompanhado por um grupo de trabalho do conselho.

“Em nome dos observatórios e do grupo de trabalho, o ministro Luiz Fux manifesta extrema tristeza pelos acontecimentos e afirma às famílias e aos amigos que a luta do indigenista e do jornalista para garantia dos direitos humanos e da preservação da Amazônia jamais será esquecida”, declarou.

Em nota, a Câmara de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal (MPF) declarou que o Estado brasileiro não pode tolerar atos de violência contra defensores dos direitos humanos.

“Cientes da gravidade da situação, da dor e angústia de familiares e amigos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, expressamos nossa solidariedade ao tempo que reafirmamos o compromisso do Ministério Público Federal de continuar acompanhando e agindo em conformidade com suas atribuições, na busca da completa elucidação dos fatos e da garantia dos direitos indígenas”, declarou o órgão.

Ontem (15), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, também manifestou pesar pelas vítimas.

“É com enorme pesar que recebo a notícia de que foram encontrados os restos mortais do indigenista Bruno Araújo e do jornalista Dom Phillips. Em respeito às vitimas, à Amazônia e à liberdade de imprensa, espero que todos os criminosos envolvidos sejam punidos com o rigor da lei”, declarou.

Matéria alterada às 9h36 do dia 17/06 para corrigir nome do suspeito detido Amarildo da Costa de Oliveira.

 

Agência Brasil – Brasília