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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Dólar ultrapassa R$ 4,18, segundo maior valor desde criação do real

Em um dia tenso no mercado, a bolsa de valores caiu e a moeda norte-americana fechou no segundo maior nível da história. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (13) vendido a R$ 4,187, com alta de R$ 0,02 (0,48%). A divisa está no segundo maior valor desde a criação do real, só perdendo para a cotação de R$ 4,196 registrada em 13 de setembro de 2018.
O dólar operou em alta durante toda a sessão, mas firmou-se acima de R$ 4,18 a partir do início da tarde, até fechar próxima da máxima do dia. A moeda acumula valorização de 4,43% no mês.

Bolsa

No mercado de ações, o dia também foi de tensões. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia em queda de 0,71%, aos 105.993 pontos. No segundo dia seguido de queda, o indicador caiu para o menor nível desde 18 de outubro.
Nos últimos dias, o mercado financeiro tem sido afetado pelas turbulências em países da América Latina. Diversos países da região enfrentam problemas políticos, que pressionam investidores estrangeiros.


 Agência Brasil Brasília

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Pela primeira vez, negros são maioria no ensino superior público

A proporção de pessoas pretas ou pardas (que compõem a população negra) cursando o ensino superior em instituições públicas brasileiras chegou a 50,3% em 2018. Apesar desta parcela da população representar 55,8% dos brasileiros, é a primeira vez que os pretos e pardos ultrapassam a metade das matrículas em universidades e faculdades públicas.
Os dados estão no informativo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil, divulgado hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A comparação foi feita com as informações do suplemento de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Contínua (Pnad Contínua), que começou a ser aplicado em 2016.
A pesquisa mostra que a população negra está melhorando seus índices educacionais, tanto de acesso como de permanência, apesar de ainda se manter bem atrás dos índices medidos entre as pessoas brancas.
A proporção de jovens de 18 a 24 anos pretos ou pardos no ensino superior passou de 50,5% em 2016 para 55,6% em 2018. Entre os brancos, a proporção é de 78,8%. Na mesma faixa etária, o número de pretos e pardos com menos de 11 anos de estudo e que não estavam frequentando a escola caiu de 30,8% em 2016 para 28,8% em 2018, enquanto o indicador para a população branca é de 17,4%....

Senado aprova acordo sobre uso da base espacial de Alcântara pelos EUA; ouça podcast

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (12), o acordo que permite a participação dos Estados Unidos em lançamentos a partir do Centro Espacial de Alcântara (CEA), no Maranhão. O acordo é considerado pelo governo brasileiro uma etapa fundamental para destravar as atividades de lançamento de cargas para a órbita da Terra a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). O texto não necessita da sanção presidencial e será promulgado.
O projeto de decreto legislativo aprovado hoje ratifica o texto do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre o Brasil e os Estados Unidos, assinado em março em Washington. Na ocasião, O acordo foi assinado pelos ministros Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, e Marcos Pontes, da Ciência, Tecnologia, Informação e Comunicações, e pelo secretário assistente do Escritório de Segurança Internacional e Não Proliferação do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Christopher Ford.
Para o relator da matéria, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), a entrada em vigor do acordo colocará o Brasil no mercado global de lançamentos de carga ao espaço, além de destravar a operação comercial de Alcântara e viabilizar a implantação da política espacial brasileira. O assunto foi repercutido nesta quarta-feira no podcast Repórter Difusora desta quarta-feira (13), pelo jornalista John Cutrim:
O Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) trata de proteger a tecnologia desenvolvida pelos países contra o uso ou cópia não autorizados. Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), sem a assinatura do acordo com os Estados Unidos, nenhum satélite com tecnologia norte-americana embargada poderia ser lançado da Base de Alcântara, pois não haveria garantia da proteção da tecnologia patenteada por aquele país. “Sem o AST, […] o Brasil ficará de fora do mercado de lançamentos espaciais”, explica a agência.
A regra é não permitir a divulgação de informações sobre veículos lançadores, espaçonaves e equipamentos dos Estados Unidos. O governo norte-americano, no entanto, deverá fornecer ao governo brasileiro informações sobre a presença de material radioativo ou de substâncias que possam causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana, de acordo com a legislação brasileira.
Segundo a AEB, esse tipo de acordo é praxe no setor espacial. Acordos semelhantes foram firmados com Rússia e Ucrânia, sem ameaça à soberania nacional. O Centro Espacial de Alcântara continuará sob controle do governo brasileiro, assim como o Brasil manterá a supervisão das suas atividades, explicou a AEB.


Com informações da Agência Senado

Alcolumbre resiste em pautar PEC da 2.ª instância

Presidente do Senado pede mudanças no texto; para ele, proposta em tramitação fere cláusula pétrea.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), resiste em patrocinar uma proposta para autorizar a prisão após condenação em segunda instância. Em reunião com senadores, nesta terça-feira, 12, ele condicionou o movimento a mudanças no texto em discussão na Casa.Para Alcolumbre, a proposta do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) afronta o artigo 5º da Constituição, apontado como uma cláusula pétrea, e sua aprovação poderia ser questionada na Justiça. A alternativa discutida é a elaboração de um texto que faça alterações no Código de Processo Penal.Atualmente, há duas principais propostas sobre o tema no Congresso com o potencial de alterar o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou a possibilidade de prisão após condenação em segundo grau. Enquanto a da Câmara, de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP), quer alterar o inciso 57 do artigo 5º da Constituição, a da Casa vizinha, do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), mexe com o artigo 93. Há questionamentos sobre essas medidas desrespeitarem a cláusula pétrea da Constituição. Mais cedo, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, afirmou que Alcolumbre tinha se comprometido em pautar a proposta no plenário após votação no colegiado. O presidente do Senado, porém, afirmou ainda estar discutindo a proposta. “A gente está conversando com a senadora Simone Tebet (MDB-MS) (presidente da Comissão de Constituição e Justiça) e com todos os senadores”, afirmou. Tebet anunciou que o CCJ começará a discutir, no próximo dia 20, sete propostas que tratam sobre o tema. Um dos textos é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que autoriza a prisão de um condenado em segunda instância. Outro é o pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que ganhou uma versão no Senado. Além disso, cinco projetos que tratam sobre a revisão do Código de Processo Penal serão pautados para discussão.


Exame abril.com

Brasília recebe, a partir desta quarta, 11ª Cúpula dos Brics

Grupo de países em desenvolvimento se reúne nos dias 13 e 14 de novembro. Objetivo é fortalecer cooperação econômica e tecnológica.

Brasília será a sede, a partir desta quarta-feira (13/11/2019), da 11ª Cúpula do Brics, bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Nos dias 13 e 14 de novembro, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebe líderes para discutir cooperação econômica e política entre eles.
Como pano de fundo, os líderes lutam para que o Brics, abalado pela queda no crescimento econômico do Brasil e da Rússia, se mantenha relevante na arena global.
Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, já estão no Brasil.
Nesta quarta-feira (13/11/2019), será realizada uma sessão fechada da cúpula, seguida de outra, aberta. Ambas serão no Itamaraty. Antes do almoço oficial, os líderes se reúnem com o Conselho Empresarial do Brics e o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB). A ideia é fortalecer o banco de fomento.
O objetivo é que, até o fim de 2019, o banco comece a financiar obras de infraestrutura e desenvolvimento sustentável.
Ao fim do encontro, os países-membros divulgam uma Declaração de Líderes. Segundo o Itamaraty, as prioridades da Presidência brasileira para este ano são: fortalecer a cooperação em ciência, tecnologia, inovação e economia digital; melhorar a integração no combate a ilícitos transnacionais; e incentivar a aproximação entre o Banco do Brics e o Conselho Empresarial do agrupamento.
Esta é a segunda vez que a cúpula do Brics é realizada na capital federal, repetindo o que ocorreu em 2010. Em 2014, o evento também foi no Brasil, mas na capital cearense, Fortaleza.
Impacto na economiaRússia, Índia, China e África do Sul foram destino, em 2018, de 30,7% das exportações brasileiras. O valor dos bens comprados por esses países atingiu US$ 73,8 bilhões, ante US$ 56,4 bilhões no ano anterior — alta de 23,5%.
Desses quatro países, vieram 23,8% das importações nacionais, correspondentes a US$ 43,1 bilhões. O saldo comercial do Brasil com o Brics foi, em 2018, positivo em US$ 30,7 bilhões (era de US$ 23 bilhões em 2017), equivalente a 52% do superávit comercial brasileiro no ano.
 O termo BRIC surgiu pela primeira vez em 2001, como parte de um artigo publicado pelo economista do banco Goldman Sachs, Jim O’Neil, que defendeu a ideia de que Brasil, Rússia, Índia e China seriam as economias do futuro. África do Sul foi incorporada mais adiante. O impacto no crescimento econômico de Brasil e Rússia após a crise econômica de 2008, no entanto, enfraqueceu a expectativa de que as economias somadas estariam entre as maiores do mundo.


Metrópoles.com

Reforma da Previdência é promulgada pelo Congresso

Quase nove meses depois de ser oficialmente proposta pelo governo, nesta terça-feira (12), deputados e senadores, em uma sessão conjunta do Congresso Nacional, promulgam a Reforma da Previdência. O texto altera regras de aposentadorias e pensões para mais de 72 milhões de pessoas, entre trabalhadores do setor privado que estão na ativa e servidores públicos federais.
Considerada um marco dos 300 dias do governo Bolsonaro, a solenidade presidida pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) também é acompanhada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Alcolumbre minimizou a ausência do presidente da República, Jair Bolsonaro e do ministro da Economia,Paulo Guedes na sessão. “Eu acho que não é sinal de nada. A gente ás vezes faz um cavalo de batalha por uma fotografia. As emendas constitucionais sempre foram promulgadas em sessões solenes especiais do Parlamento brasileiro. Nessas sessões muitas delas o presidente da República e ministros não vieram. Não será a presença do presidente da República ou do ministro que vai chancelar esse encontro, essa promulgação”, avaliou Alcolumbre ao chegar ao Senado.
O presidente do Senado destacou ainda a importância do trabalho do Congresso na aprovação da reforma da Previdência. “Promulgaremos as mudanças no sistema previdenciário brasileiro, o maior dos últimos 30 anos. Isso foi um esforço coletivo, de todos os parlamentares, da Câmara dos Deputados, dos senadores”, disse. Ainda segundo ele, a ideia é que hoje ainda a Casa vote o segundo turno da Pec Paralela à reforma da Previdência. Se aprovado, com o mínimo de 49 votos no plenário, o texto – que abre caminho para que estados e municípios adotem as mesmas regras para seus servidores por meio de uma lei ordinária – seguirá para análise dos deputados, onde terá que passar por uma Comissão Especial e por dois turnos de votação.
A proposta inicial do governo previa economia de R$ 1,2 trilhão em 10 anos. Com as alterações feitas pelo Congresso, caiu para R$ 800 bilhões no mesmo período. As regras da reforma entram em vigor imediatamente com a promulgação da emenda constitucional. 

Da Agência Brasil.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

ADÃO NUNES PRESTIGIA EVENTOS EM BARRA DO CORDA E FERNANDO FALCÃO

O pré-candidato a prefeito de Barra do Corda, Adão Nunes, participou nesta segunda(11) do lançamento de uma campanha de mobilização contra a dengue, onde foi realizada uma grande caminhada pelas ruas de nossa cidade.
A mobilização teve como um dos objetivos conscientizar a população para a adoção de medidas simples que podem contribuir para a prevenção da dengue, auxiliando na disseminação de informações sobre o assunto.
Estiveram presentes no evento, o prefeito municipal Eric Costa, acompanhado da primeira dama Bruna Costa, vereadores Alcenor Nunes, Vital Sampaio, Raimundo da Rodoviária... Dos secretários municipais, Iolete Arruda, Odair Maciel, Luzia Barroso, Fátima Arruda, Guilherme Borges, Rivelino e demais munícipes.

Adão Nunes, também se fez presente no município de Fernando Falcão, no sábado(10) participando das comemorações alusivas ao aniversário da cidade que completou 23 anos de emancipação política. Na oportunidade, foi muito bem recebido pelo prefeito da cidade Adailton Cavalcante e correligionários. Participou de toda a programação de inauguração das obras juntamente com o governador Flavio Dino, secretários estaduais Clayton Noleto, Márcio Honaiser, prefeito Eric Costa e várias autoridades locais.
Adão Nunes conversou com o governador Flávio Dino sobre sua pré-candidatura a prefeito de Barra do Corda e em outro momento juntamente com o prefeito Eric Costa, também em conversa com o governador, o mesmo se comprometeu em concluir o asfaltamento de 01 km de estrada que liga o bairro Cohab à Fernando Falcão.
Adão Nunes vem crescendo cada vez mais na aceitação e simpatia do povo barra-cordense e segue firme em busca de alcançar seu objetivo como pré-candidato a prefeito de Barra do Corda. 



Assessoria do pré-candidato Adão Nunes