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Datafolha: André Mendonça é o ministro do STF com melhor avaliação; Dino é o sexto e Toffoli é o mais rejeitado

O ministro Alexandre de Moraes é, de longe, o mais conhecido membro do STF (Supremo Tribunal Federal), aponta pesquisa Datafolha.

Aqueles que têm melhor índice de avaliação, por sua vez, segundo cálculo do instituto, são os ministros André Mendonça, Cármen Lúcia e, na sequência Luiz Fux. Enquanto os que pontuam pior, neste quesito, são Dias Toffoli e Gilmar Mendes, seguidos pelo próprio Moraes.

Foram entrevistadas pelo instituto 2.004 pessoas de 7 a 9 de abril, em 137 municípios pelo Brasil. A margem de erro para a amostra total é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-03770/2026.

Relator de diversos inquéritos que miram o bolsonarismo, alvo preferencial do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e agora também dono de um dos principais tetos de vidro da corte diante do caso do Banco Master, Moraes, que está no tribunal desde 2017, é conhecido por 89% da população, segundo o levantamento.

Cármen Lúcia vem na sequência. No STF por quase o dobro de tempo de Moraes, desde 2006, a ministra é conhecida por 68% dos entrevistados. Ela é seguida pelo decano, o ministro Gilmar Mendes, que tomou posse em 2002 e é conhecido por 62%.

Seis dos 10 ministros são conhecidos, ao menos só de ouvir falar, pela maioria da população.

Como essas perguntas foram realizadas pela primeira vez pelo instituto, não há dados comparativos anteriores.

Entre os menos conhecidos estão também, de modo geral, aqueles com menos tempo no Supremo.

Os indicados pelo ex-presidente Bolsonaro, Kassio Nunes Marques, no STF desde o fim de 2020, e André Mendonça, desde o fim de 2021, são conhecidos por 30% e 42% da população, respectivamente. Enquanto Cristiano Zanin, penúltimo indicado por Lula (PT) a tomar posse, em 2023, marca 37%.

Todos esses são os percentuais medidos nas respostas estimuladas, em que os nomes dos integrantes do tribunal foram citados um a um. Na pergunta espontânea, em que os entrevistados eram instados a dizer quais nomes de ministros vinham à mente, 49% lembraram o nome de pelo menos um membro da corte.

 

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Vale é condenada em R$ 5 milhões por submeter trabalhadores a risco no Maranhão

O Ministério Público do Trabalho MPT no Maranhão (MPT-MA) obteve na Justiça a condenação da mineradora Vale por operar as ferrovias do estado com o sistema de monocondução, prática em que apenas um operador conduz a locomotiva, o que coloca em risco a segurança e o bem-estar do trabalhador.

A decisão fixou o pagamento de R$ 5 milhões por danos à coletividade e por prática de dumping social (quando uma empresa desrespeita direitos trabalhistas para reduzir custos e ganhar vantagem desleal sobre a concorrência).

Também determinou a indenização de cada funcionário que trabalhou sozinho na cabine, no valor de R$ 10 mil por ano (ou fração de ano) trabalhado nessas condições

Por último, a Justiça reconheceu a supressão do intervalo intrajornada dos maquinistas, determinando a reestruturação das operações para garantir descanso efetivo e o pagamento retroativo das horas não concedidas.

Fonte: MPT-MA

Carlos versus Valdemar: os bolsonaristas que reclamam do chefe do PL

A chiadeira entre os bolsonaristas sobre os recursos que Valdemar Costa Neto tem lhes dado para campanha é generalizada, mas alguns nomes em especial tem se sentido mais lesados por pelo que veem como sabotagens do presidente do PL.

No time dos insatisfeitos estão Gilson Machado, ex-ministro do Turismo de Jair Bolsonaro; o vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo; e os deputados Marcos Pollon (MS), Cristiano Caporezzo (MG), Mário Frias (SP) e Carlos Jordy (RJ).

Da lista, Gilson Machado é o único que não faz mais parte da sigla. O pernambucano anunciou sua saída com críticas ao partido, em janeiro, depois de não receber apoio do diretório estadual em sua candidatura ao Senado. Agora no Podemos, será candidato a deputado federal.

A reclamação do lado mais bolsonarista do partido é falta de estrutura, recursos e investimento.

“Para os dele, infinito. Para os bolsonaristas, nada”, resumiu uma pessoa a par da situação.

Com suas prioridades cada vez mais explícitas, Valdemar levou uma chamada pública de Carlos Bolsonaro nas redes sociais.

“Valdemar, me ajude a te ajudar, antes que seja tarde… pelo amor de Deus! Está ficando feio para o partido que está preferindo não ver o que está acontecendo dentro de casa. Isso é um absurdo. Mas por que tanta inércia? Difícil entender. Vai ver é só coincidência…”, escreveu Carluxo.

 

Por .com

Alcolumbre marca votação que pode reduzir penas de Bolsonaro e réus do 8/1

Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre marcou para o dia 30 de abril a votação que, na prática, pode reduzir as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados no âmbito da ação penal do 8 de Janeiro.

Na ocasião, deputados e senadores decidirão se o Congresso derrubará o veto do presidente Lula ao chamado PL da Dosimetria, proposta que abranda de forma considerável as punições aplicadas pelo STF.

A pena de Bolsonaro, por exemplo, passaria de 27 anos e três meses de prisão para dois anos e quatro meses.

Alcolumbre pautou o tema um dia após ser interpelado sobre o assunto, no plenário do Senado, pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL).

Ministros do STF, contudo, fizeram chegar a Alcolumbre e ao chefe da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que cada caso será analisado individualmente pela Corte se confirmada a derrubada do veto.

 

Por .com

Lula nomeia maranhense Loroana Coutinho para a presidência da Anater

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra Fernanda Machiaveli nomearam a engenheira agrônoma maranhense Loroana Santana para a presidência da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

Natural do Maranhão, Loroana se torna a primeira mulher a ocupar o cargo na história da Agência, reforçando o protagonismo feminino e o reconhecimento de profissionais do estado em posições de destaque nacional. Antes, ela já exercia a função de diretora técnica da Anater. O decreto de nomeação foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (09).

Mestra em Desenvolvimento Socioespacial e Regional pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Loroana tem uma trajetória marcada pelo compromisso com o desenvolvimento rural. No Maranhão, foi presidenta da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (AGERP) e Secretária-Adjunta da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP). Também atuou como vice-presidenta da ASBRAER pela Região Nordeste.

A nomeação ganha ainda mais relevância diante do cenário internacional, já que a ONU declarou 2026 como o Ano Internacional da Mulher Agricultora, destacando o papel essencial das mulheres na produção de alimentos, na segurança alimentar e no fortalecimento da economia rural.

A Anater, vinculada ao MDA, atua em todo o Brasil com programas de assistência técnica e extensão rural, atendendo atualmente cerca de 45 mil unidades familiares de produção agrária e fortalecendo políticas públicas voltadas ao campo.

O diretor Sérgio Rosa permanece à frente da diretoria Administrativa Financeira, e a diretora Ana Euller segue na diretoria de Transferência de Tecnologia.

 

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