Vacinas: CureVac protege contra casos graves da cepa sul-africana, apontam testes
CureVac informou nesta terça-feira, 23, em nota divulgada em seu site, que a sua vacina experimental contra a covid-19 protege contra casos graves da cepa sul-africana do novo coronavírus, segundo testes feitos em ratos de laboratório. Apesar de a reação imunológica ter sido afetada pela variante, todos os animais vacinados com a CVnCoV, nome oficial do imunizante, ficaram protegidos de infecções letais, de acordo com a empresa.
A CureVac disse que as cobaias receberam duas doses da vacina dentro de um intervalo de 28 dias. Além de proteger contra casos graves da variante mais contagiosa, o produto teve eficácia de 100% contra infecções letais da cepa original do vírus.
“O surgimento de novas cepas de sars-cov-2, que apresentam o potencial de ser imunes às vacinas, representam um risco crescente para o progresso dos esforços atuais de imunização global”, disse o cientista chefe da CureVac, Igor Splawski, ressaltando que, dentre testes feitos no modelo utilizado, o estudo da farmacêutica alemã é o primeiro que mostrou eficácia contra casos graves da cepa sul-africana do coronavírus.

As reações adversas foram incluídas na bula da vacina contra a covid-19 Oxford/Astrazeneca/Fiocruz. A primeira é uma reação que pode ser comum, a diarreia. A segunda reação, considerada uma reação incomum após a administração da vacina, é a sonolência. A informação foi divulgada nesta terça-feira (23) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa). Segundo a agência, as alterações na bula foram realizadas no dia 16 de março, após análise da área de farmacovigilância.




A MA-278 teve um dos trechos cortados pelas fortes chuvas deste domingo. A rodovia liga as cidades de São Francisco do Maranhão a Barão de Grajaú. O local foi sinalizado por moradores.
A dificuldade de abastecer os estoques de oxigênio medicinal no mesmo ritmo do agravamento da pandemia da covid-19 tem preocupado Estados e prefeituras. Na maioria dos municípios, do interior, já há relatos de desabastecimento, empréstimo de cilindros entre cidades e até transferência de pacientes que precisam do insumo. No Maranhão, o município de Bom Jesus das Selvas é identificou a possibilidade de desabastecimento de Oxigênio, com previsão de no máximo uma semana de duração.


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