Estudo confirma eficácia da Coronavac na fase 2 dos testes clínicos
Vacina é desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan

A vacina Coronavac se mostrou eficaz e segura, segundo estudo publicado nesta semana pela farmacêutica chinesa Sinovac Life Science. O trabalho analisou o comportamento de 600 voluntários vacinados na China durante a fase 2 dos testes clínicos. A vacina é desenvolvida pela Sinovac Life Science em parceria com o Instituto Butantan.

De acordo com o coordenador dos ensaios clínicos da vacina Coronavac e diretor médico de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, o produto é muito promissor e eficaz. “Os estudos feitos até agora, na China, demonstraram que mais de 90% dos voluntários que receberam as vacinas tiveram anticorpos capazes de neutralizar o coronavírus, isso é um diferencial”, afirmou….

Desde que a covid-19 foi descoberta estudos apontam alguns grupos de pessoas especialmente vulneráveis a quadros mais graves da doença. Apesar da taxa de mortalidade em geral não ser alta, 3,7% de taxa de mortalidade global, grupos de risco como doentes cardíacos, portadores de doenças auto imunes e pessoas idosas ficam mais vulneráveis a quadros mais graves da doença. Um estudo realizado nos Estados Unidos aponta que pessoas obesas podem ter até quatro vezes mais risco de morte quando contaminadas com a covid-19. Os dados foram publicados na revista “Annals of Internal Medicine”. Ao todo foram analisados dados de 5.652 pessoas positivas para a doença entre fevereiro e março.
O boletim de quinta-feira (13), da Secretaria de Estado da Saúde (SES), revela que o Maranhão tem 134.193 casos confirmados. Desses, 7.093 estão ativos – 6.650 em isolamento social, 262 em internação clínica e 181 em leitos de UTI.
Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta quarta-feira (12), o Maranhão já totaliza 133.265 casos confirmados e 3.215 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h foram registrados 1.205 novos casos e 11 mortes pela doença.
Trabalhos iniciados em maio deste ano por pesquisadores brasileiros de várias instituições científicas verificaram que soros produzidos por cavalos para o tratamento da covid-19 têm, em alguns casos, até 100 vezes mais potência em termos de anticorpos neutralizantes do vírus gerador da doença. A informação foi dada à Agência Brasil pelo coordenador do projeto, Jerson Lima Silva, do Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).




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