Quem eram os policiais civis mortos em megaoperação no RJ

Familiares e colegas prestaram homenagens aos policiais civis Marcus Vinícius e Rodrigo Cabral, mortos durante a megaoperação que deixou 64 mortos no Rio.

Bruna Lopes, da CNN Brasil.

Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, 51, e Rodrigo Velloso Cabral, 34, foram mortos durante Operação Contenção no RJ  • Reprodução/Redes

Uma megaoperação contra o CV (Comando Vermelho) nos Complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28), resultou na morte de 64 pessoas, sendo 60 de suspeitos e 4 policiais, entre eles dois policiais civis e dois policiais militares do BOPE. Até a última atualização, 81 pessoas foram presas.

O número de mortes é mais que o dobro da então mais letal operação policial do Rio, que ocorreu em maio de 2021, com 28 mortos no Jacarezinho.

De acordo com a Polícia Civil, Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho e Rodrigo Velloso Cabral estão entre as vítimas fatais da Operação Contenção. A entidade afirmou ainda que os ataques aos policiais não ficaram impunes.

Marcus Vinícius, também conhecido como Máskara, tinha 51 anos e era chefe do 53 DP (Mesquita). O agente havia sido promovido há poucos dias.

O velório do policial ocorre na manhã desta quarta-feira (29) a partir das 8h, na capela C e o sepultamento será às 13h30, no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador (RJ).

Rodrigo Cabral, tinha 34 anos, era inspetor de polícia e atuava na 39DP (Campo Grande). Cabral tinha acabado de se formar e atuava na Polícia Cívil há apenas dois meses.

Era casado há 17 anos e deixa uma filha. Em uma publicação nas redes sociais, a esposa de Rodrigo prestou homenagem ao marido e lamentou sua morte.

“Hoje, a dor da sua ausência é imensurável e nos rasga a alma, mas preciso encontrar forças para te dizer adeus e honrar a memória de quem você foi: um herói em sua profissão e um gigante em nossa vida… Sua dedicação como Policial Civil era a prova do seu coração corajoso. Você partiu cumprindo sua missão de proteger a sociedade, e isso é um legado de bravura que jamais será esquecido. Você era um homem de princípios, de fibra e de uma coragem que inspirava a todos.”

O velório do policial tem ínicio previsto às 14h, na capela 7 e o sepultamento às 16h, no Cemitério Memorial do Rio, localizado na rua Francisco de Souza e Melo, em Cordovil (RJ).

Marcus Vinícius, também conhecido como Máskara, tinha 51 anos e era chefe do 53 DP (Mesquita). O agente havia sido promovido há poucos dias.

O velório do policial ocorre na manhã desta quarta-feira (29) a partir das 8h, na capela C e o sepultamento será às 13h30, no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador (RJ).

Rodrigo Cabral, tinha 34 anos, era inspetor de polícia e atuava na 39DP (Campo Grande). Cabral tinha acabado de se formar e atuava na Polícia Civil há apenas dois meses.

Era casado há 17 anos e deixa uma filha. Em uma publicação nas redes sociais, a esposa de Rodrigo prestou homenagem ao marido e lamentou sua morte.

“Hoje, a dor da sua ausência é imensurável e nos rasga a alma, mas preciso encontrar forças para te dizer adeus e honrar a memória de quem você foi: um herói em sua profissão e um gigante em nossa vida… Sua dedicação como Policial Civil era a prova do seu coração corajoso. Você partiu cumprindo sua missão de proteger a sociedade, e isso é um legado de bravura que jamais será esquecido. Você era um homem de princípios, de fibra e de uma coragem que inspirava a todos.”

Moradores retiram cerca de 60 corpos em área de mata após operação

Comunidade diz que eles não fazem parte da contagem oficial.

Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil

Cerca de 60 corpos foram localizados e retirados de uma área de mata do Complexo da Penha por moradores, após a Operação Contenção realizada pelas forças de segurança do estado, nessa terça-feira (28). Os corpos foram reunidos na Praça São Lucas, no centro da comunidade, e de acordo com os moradores, não fazem parte da contagem oficial de 64 mortos – 60 suspeitos e 4 policiais. A Polícia Militar foi procurada, mas ainda não se pronunciou. 

O ativista Raul Santiago, morador do complexo, fez uma transmissão ao vivo e denunciou a  “chacina que entra para a história do Rio de Janeiro, do Brasil e marca com muita tristeza a realidade do país.” 

A pedido dos familiares, os corpos foram expostos para registro da imprensa e, depois, foram cobertos com lençóis. A comunidade aguarda a retirada dos corpos pelo Instituto Médico-Legal.

Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, após ação policial da Operação Contenção. Foto: Eusébio Gomes/TV Brasil
Dezenas de corpos foram trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, após ação policial da Operação Contenção. Foto: Eusébio Gomes/TV Brasil

Se eles realmente estiverem fora das 64 vítimas contabilizadas ontem, o número total de mortos da operação mais letal já realizada pelas forças de segurança do Rio, pode chegar a 120. Durante a noite, mais seis corpos encontrados em área de mata no Complexo do Alemão foram levados para o Hospital Getúlio Vargas.

O Corpo de Bombeiros já começou a retirar os corpos no Complexo da Penha. Ainda há incerteza sobre o número total de mortos na ação, que está sendo considerada pelo governo do estado como “a maior operação da história do Rio de Janeiro”. A contagem oficial na terça-feira foi de 64 óbitos, sendo 60 suspeitos e 4 policiais. Isso já caracteriza a ação como a mais letal.

No entanto, seis corpos encontrados por moradores no Complexo do Alemão foram levados para o Hospital Getúlio Vargas durante a noite, além dos 60 localizados na Penha durante a madrugada e manhã de hoje. Caso não haja duplicidade, a conta pode chegar a 130 mortos.

Terça-feira

Moradores do Rio de Janeiro viveram momentos de pânico e medo na terça-feira (28) diante da operação policial nos Complexos da Penha e do Alemão. Milhares enfrentaram dificuldades para conseguir chegar em casa devido aos bloqueios das vias da cidade, além de terem de fugir dos tiroteios.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil criticaram a ação que gerou um grande impacto na capital fluminense e não atingiu o objetivo de conter o crime organizado. Para a professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF), Jacqueline Muniz, a operação foi amadora e uma “lambança político-operacional”.

Movimentos populares e de favelas também criticaram as ações policiais e afirmaram que “segurança não se faz com sangue”.

O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, defendeu as ações da polícia afirmando que se for necessário vai exceder os limites e as competências do governo estadual para manter “a nossa missão de servir e proteger nosso povo”. Ele cobrou mais apoio do governo federal. Na noite desta terça, ele solicitou a transferência de 10 detentos presos em penitenciárias do Rio para presídios federais.

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou ontem, em coletiva à imprensa, que não recebeu pedido do governador para apoio à megaoperação.

 

Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.
Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil
Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Ineficiência da Equatorial: Transtornos e Prejuízos à População

Os moradores das Ruas Floripes Coelho dos Passos, Enfermeira Zizi e demais ruas do loteamento Jaldo Santos têm enfrentado sérios transtornos nos últimos meses devido à constante oscilação de energia. A situação tem gerado desconforto e prejuízo financeiro para a população local.

A falta de manutenção da rede e a dificuldade em obter o ressarcimento de danos causados pela má qualidade do serviço são relatos dos moradores, a instabilidade elétrica é tão grave na rua citada que não permite o funcionamento normal dos aparelhos eletrônicos, isso tem danificado inúmeros aparelhos, como: Computador, Geladeira, ventilador, ar condicionado entre outros.

Os moradores já ligaram para a equatorial diversas vezes, foram também pessoalmente a empresa responsável, mas nada foi resolvido. A população dessa rua estão indignados com descaso da Equatorial.
Diante disso, a comunidade solicita providências urgentes da Equatorial para a resolução do problema, garantindo um fornecimento de energia estável e contínuo, como é direito de todo consumidor.
E Reitera a importância de uma resposta rápida e de medidas efetivas para que possam viver com segurança e dignidade visto que o valor cobrado pelo serviço está a cada mês mais caro.

Proprietária se emociona ao ser informada que seu veículo foi recuperado em Barra do Corda pela Policia Rodoviária Federal

Sobre o caso do veículo furtado em Recife, e recuperado em Barra do Corda (MA), veja o momento em que a proprietária foi informada pela equipe da PRF que seu veículo fora recuperado.

A proprietária informou, com muita emoção, que o veículo havia sido presenteado por seu pai antes de falecer.

Compartilho em seguida o áudio de agradecimento enviado por ela, com especial a policia Rodoviária Federal.

Parabéns aos PRF pela ação.