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Preço da gasolina recua, mas Maranhão é um dos últimos a ter a redução nas bombas

O repasse no corte de impostos sobre a gasolina já tem efeito no preço em quase todo o país. Segundo levantamento feito pela ValeCard, na média, o preço do combustível caiu 1,6%, ou R$ 0,12 por litro. No Maranhão, que é contrário ao projeto que limita ICMS dos combustíveis, a taxa é de 28,5%.

O consumidor já percebeu o preço da gasolina recuou alguns centavos nos postos de São Luís, mas ainda assim, os gastos com combustíveis e derivados continua pesando no bolso da população.

Nos últimos dois anos, o Maranhão arrecadou quase cinco milhões de ICMS.

A lei que reduz a incidência de impostos sobre o preço da gasolina foi sancionada na semana passada, e a expectativa é de que impacto positivo para o consumidor continue sendo percebido.

Em nota, a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) informou que o Maranhão, assim como outros estados, vê a redução do ICMS como uma medida pouco eficaz para o real problema dos preços de combustíveis. Além de pouco eficaz trará um grande impacto para receita do Estado, que é voltada para aplicação de políticas públicas essenciais para a população maranhense. Mas afirmou que o Maranhão ainda está avaliando tal proposta em conjunto com os outros estados.

 

 

 

MA10

Portos do Nordeste são alvos de traficantes para exportação de cocaína

Portos do Norte e principalmente do Nordeste são alternativas devido ao aumento da fiscalização no porto de Santos.

Santos é considerado um dos principais pontos de distribuição de cocaína, por via marítima, no mundo. Localizado no litoral paulista, o porto aparece em uma lista de quatro locais que se destacam no comércio marítimo global da droga, junto com Buenaventura e Cartagena, na Colômbia, e com Guayaquil, no Equador.

A informação está no relatório global do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime (UNODC), divulgado nesta semana.

O mesmo documento revela, no entanto, que portos menores, localizados na parte norte do território brasileiro estão assumindo papel cada vez mais importante como entrepostos para o comércio transatlântico de cocaína, principalmente para os carregamentos destinados à Europa…..

 

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Índios Guajajaras fecham BR-226 em protesto contra descaso da saúde indígena

Na manhã desta quinta feira dia (30), indígenas da etnia Guajajara fecharam a Br 226 trecho cana brava entre Barra do Corda e Grajaú em protesto pelo descaso na saúde indígena segundo os manifestantes, que também pede a demissão do coordenador  DSEI/MA Alberto José, varias lideranças indígenas  já se manifestaram pedindo a saída do coordenador.   

 

Preso suspeito de matar a tiros jovem de 18 anos em Lagoa Grande do Maranhão

Stephane da Conceição Oliveira, de 18 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira (27). Suspeito tinha um relacionamento amoroso esporádico com a vítima.

Na quarta (29), foi preso em Bacabal, o empresário Jocian Barroso da Conceição, de 37 anos, suspeito de assassinar a tiros a jovem Stephane da Conceição Oliveira, de 18 anos. O feminicídio aconteceu nessa segunda (27), em Lagoa Grande do Maranhão, cidade localizada a 360 km de São Luís.

De acordo com o delegado de Lagoa Grande do Maranhão, Rodson Almeida, já havia um mandado de prisão preventiva contra o suspeito, que foi cumprido após ele se apresentar com um advogado na Delegacia de Bacabal. Durante todo o interrogatório, o suspeito permaneceu em silêncio…..

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Empresas reduzem embalagens e qualidade para repassar custos

Alerta é de economista do Instituto de Defesa do Consumidor.

Cada vez mais empresas estão recorrendo à redução do tamanho das embalagens e à mudança na composição dos produtos para repassar o aumento de custos ao consumidor final, observa o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Segundo a coordenadora do Programa de Serviços Financeiros da organização não governamental, Ione Amorim, no passado casos do tipo já eram registrados, no entanto, a alta da inflação no Brasil nos últimos dois anos têm levado a cada vez mais empresas, de diversos setores, a adotar esse tipo de prática. “Hoje, a forma como isso vem sendo feita ganhou uma dimensão muito maior”, enfatizou.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulava, em maio, taxa de 11,73% em 12 meses. De maio de 2020 a maio deste ano, a inflação medida pelo índice chega a 20,27%.

Reduflação

O amplo uso da redução de embalagens e diminuição das quantidades normalmente vendidas levou ao uso do termo reduflação para se referir à prática. A quantidade ou qualidade de produto é menor, mas o preço não é reduzido ou não é reduzido na mesma proporção da diminuição da embalagem. Assim, a empresa tenta evitar o desgaste do aumento direto de preços.

Ione lembra que uma portaria da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor regulamenta alterações no tamanho e quantidade de produtos vendidos nas embalagens, definindo que as mudanças devem ser informadas em destaque nos rótulos por 180 dias.

Porém, segundo a economista, as empresas têm usado estratégias que apostam na desatenção do consumidor. “Para driblar o cumprimento dessa portaria, as empresas estão lançando embalagens paralelas”, denuncia.

Ou seja, o mesmo produto é vendido em duas embalagens muito parecidas, mas, em uma delas, com menos quantidade do que o original. “Embalagens de azeite que, tradicionalmente, são engarrafados em vidros de 500 ml [mililitros], hoje você já vê alguns de 400 ml. Então, tem que ficar atento na hora de pegar a embalagem, porque elas são muito parecidas”, alerta.

Para ajudar os consumidores a compararem os preços, a economista recomenda consultar o preço por unidade de medida: litro, quilo ou metro. “O Código de Defesa do Consumidor, no artigo 6º, exige que o preço por unidade de medida quilo, litro ou metro seja colocado nas prateleiras para que o consumidor consiga fazer a relação entre as diversas embalagens do produto que é oferecida”, explica.

Ione alerta que há empresas que estão mudando a composição dos produtos. De acordo com a economista, a medida vem sendo adotada por diversos fabricantes que reduzem o percentual de matérias-primas, trocando por compostos ultraprocessados. Segundo Ione, alterações do tipo já foram feitas por marcas de suco, que deixam de ter o percentual mínimo de fruta para virar néctar, chocolate, que reduzem a quantidade necessária de cacau, e de leite condensado, que deixam de ter leite na composição. “Esse produto, além de ter alteração na sua composição, também passa por essa redução de custo, porque o produto foi piorado e manteve o preço”, destaca a economista.

 

Agência Brasil – São Paulo